O ano era 2000 e eu entrava na faculdade com 18 anos. Dedicada aos estudos, escolhi a carreira do meu pai. Sentia que, além de me aproximar da Contabilidade, havia também uma afinidade com o ensino. Seguir estudando soava leve para mim. Mas não foi tão simples assim. A verdade é que a pouca idade não revela a realidade dos dias “adultos”.
Ainda na faculdade, tive meu primeiro filho, o amor que move o mundo. E foi ao me dedicar à família que os estudos não tiveram a constância necessária. Tentei uma pós-graduação em Controladoria depois de formada, mas minha motivação evaporou. E estava tudo bem. Eu, agora, estava grávida da minha filha. Mais uma vez, experienciava a força de gerar.
Dedicada aos estudos, escolhi a carreira do meu pai. Sentia que, além de me aproximar da Contabilidade, havia também uma afinidade com o ensino. Seguir estudando soava leve para mim. Mas não foi tão simples assim
Minha vida sempre esteve alicerçada naquilo em que mais acreditava. Desde a adolescência, trabalhava na empresa do meu pai, no ramo de comércio de componentes automotivos, e sempre me senti agraciada por isso: trabalhar ao lado dele, ter liberdade para cuidar dos meus filhos, tocar a vida com certa segurança. Eu teria tempo de voltar a estudar… Mas então veio algo totalmente inesperado: a pandemia da Covid-19.
O mundo parou. De uma forma ou de outra, tudo entrou em pausa. Foi tempo (…)
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